sexta-feira, 11 de maio de 2012

Fernando Barba e a oficina de percussão corporal



Entre os dias 14 e 18 o projeto De Fora Adentro (NAC/UFRN) em parceria com IFRN Cidade Alta irá oferecer a oficina de Percussão Corporal, ministrada por Fernando Barba do Grupo Barbatuques. Serão ofertadas duas turmas (manhã e noite) com 20 vagas cada, e carga horária de 15 horas.

Fernando Barba, um dos fundadores e componente do Barbatuques, desenvolverá uma oficina de percussão corporal que dará suporte a um processo coletivo para criação de uma intervenção artística na cidade.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas através do e-mail casamaeterra@hotmail.com ou na Coordenação de Extensão do IFRN Cidade Alta. O valor da inscrição é R$100.

Barbatuques - O Barbatuques produz música orgânica utilizando o próprio corpo como instrumento musical. Melodias e diferentes ritmos musicais são criados a partir de efeitos de voz e da exploração de sons produzidos pelo corpo humano: palmas, estalos, batidas, mãos e pés em sintonia.

O núcleo artístico e pedagógico Barbatuques foi fundando em 1996 pelo músico Fernando Barba e possui 13 integrantes. Desde então, vem desenvolvendo pesquisas sobre o tema e nelas descobrindo quantidade de sons suficiente para transformar o corpo em uma verdadeira orquestra sinfônica.

Atualmente o Barbatuques possui uma agenda de shows consistente no Brasil, com turnês internacionais, festivais e eventos relevantes por todo o mundo, além das oficinas e workshops de percussão corporal que ministra. Sua forma singular de fazer música tornou o grupo reconhecido e respeitado no meio artístico, corporativo e pedagógico.
Mais informações: Mauricio Camargo  no telefone: 8702-2784 ou na Coordenação de Extensão do IFRN - Cidade Alta. Valor da inscrição: R$100.

Nem toda nudez será castigada


Por Rafael Duarte - do Novo Jornal

A cada dia me convenço mais de que o Rio Grande do Norte é mesmo uma senhora potência e, muito em breve, ganhará as vitrines das lojas como a grande referência mundial. Ditaremos a moda das próximas quatro estações. Vai por mim, é questão de tempo. Vivemos num estado onde o secretário não fala no feriado, a prefeita manda prender um boneco e o marido da governadora é mais notícia que a mulher.

Um estado cuja capital tem dois clubes de futebol, mas que se dará ao luxo de ter três estádios na mesma cidade onde há um hospital de referência em urgência e emergência incapaz de atender a própria demanda. Você vai dizer que o Rio Grande do Norte é maior que tudo isso. Só não parece caber nos limites de sua própria incoerência.

Muita gente tomou um susto quando, na última semana, a Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão demitiu a professora Ana Carolina Vieira. O pecado da bailarina foi se apresentar nua no teatro. Era Dia Mundial da Dança. Carolina disse ao repórter Pedro Vale deste Novo Jornal que não queria provocar. O desejo era dançar, apenas isso. A nudez da menina, 21 anos de idade, fazia parte do cenário nu do espetáculo. “O figurino era minha pele”, explicou. Diretora da EDTAM e responsável pelo afastamento da bailarina, Wanie Rose disse que foi pressionada pelos pais e mães das alunas, que ficaram horrorizadas com a cena.

Não faz muito tempo, um espisódio semelhante aconteceu no mesmo palco do Teatro Alberto Maranhão. O Governo do Estado trouxe o dramaturgo paulista José Celso Martinez Correia para celebrar o Dia Mundial do Teatro.

O diretor é conhecido tanto pela polêmica dos textos que monta como por se apresentar do jeito que veio ao mundo. Nu artístico em pêlo, diz. Para Martinez, a nudez é uma forma de quebrar tabus. Na visão do repórter Renato Lisboa que cobriu a aula/palestra, um exercício para criar um ambiente de naturalidade entre os atores.

É curioso como os dois casos foram tratados de maneira tão distinta pelo mesmo Estado. Em março o governo convida um diretor que, como já se sabia, ficaria nu em algum momento da oficina. Um mês depois afasta uma professora cuja nudez fazia parte do figurino da dança. Essa semana, conversando com dois amigos, não houve consenso sobre a história. Um chamou a atenção para a caretice dos pais que não souberam entender a nudez como arte na dança da bailarina; o outro lembrou que o público dos dois episódios era diferente e que, por isso, a nudez de Ana Carolina chocou mais que a de Zé Celso.

O que me parece claro é a incapacidade da sociedade entender a nudez como uma expressão de arte. Ainda enxergamos o nu ou como um tabu ou como um produto de massa que só pode ser consumido quando embalado para presente nas novelas da Globo.

Nelson Rodrigues dizia que se todos conhecessem a intimidade sexual um dos outros, ninguém cumprimentaria ninguém. Errou apenas quando escreveu que toda nudez será castigada. No Rio Grande do Norte ninguém sabe o que vai acontecer.

Comentário do Blog: Que absurdo!

Secretaria do Audiovisual seleciona propostas até 21


A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura lançou o chamamento público para selecionar propostas culturais que apresentem objetivos em conformidade com os seus programas e ações. 

As propostas deverão ser apresentadas, até 21 de maio, após o credenciamento gratuito das instituições, que deve ser realizado pelo Sistema Online de Inscrição. Poderão participar instituições privadas, sem fins lucrativos, que comprovem sua existência e efetivo exercício de atividades, referentes à matéria do objeto da proposta, nos últimos três anos; e que estejam cadastradas no SICONV e no portal www.convenios.gov.br

A finalidade é ampliar a criação, produção, inovação, difusão e acesso a obras e serviços audiovisuais, respeitando as legislações vigentes que regulam os convênios entre o poder público e instituições privadas. Outros esclarecimentos no email: chamamentosav2012@cultura.gov.br - fazendo constar no assunto: “CHAMAMENTO PÚBLICO nº 01/2012 SAv/MinC” e a identificação do proponente.

A Paixão de Zé Limeira



 Zé Limeira

Um dia, no Paraíso,
Na velha casa de Adão,
Jesus, que fez um sermão,
Foi num dia de Juízo…
São Pedro, que tava liso,
Ali vendeu um jumento
Por vinte e quatro e quinhento
Pra comprá cumiduria,
Foi muito pão nesse dia,
Diz o Novo Testamento.

Sei quando Jesus nasceu,
Num dia de quinta-feira,
Eu fui uma testemunha
Sentado na cabeceira
São José chegou com um facho
De miolo de aroeira.

Jesus nasceu em Belém,
Conseguiu sair Dalí,
Passou por Tamataí,   
Por Guarabira também.
Nessa viagem de trem
Foi parar no Entroncamento,
Não encontrando aposento
Dormiu na casa do cabo,
Jantou cuscuz com quiabo
Diz o novo testamento.

Quando Jesus veio ao mundo
Foi só pra fazer justiça,
Com treze anos de idade
Discutiu com a doutoriça,
Com trinta anos depois
Sentou praça na puliça.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Jovem guarda brasa mora


Na sexta-feira, a Banda Anos 60 faz show  no Clube de Engenharia. O embalo começa às 21 horas. Na av. Rodrigues Alves, vizinho a Cidade da Criança, no Tirol. 
A rapaziada é da hora, vale conferir!

terça-feira, 8 de maio de 2012

Isso não se faz


De Anderson Foca no twitter:

Como é que pode? O governo abriu um edital para entregar a produção do projeto Seis e Meia, tinha valor estimado para gastar, artistas indicados, tudo bonito. Uma produtora venceu o edital, começou a fazer o Seis e Meia, chamou o @talmaegadelha para uma apresentação e até agora não pagou alegando falta de repasse da Fundação José Augusto. Como é que pode? Se era um edital público com verba específica? Não respeitaram as rúbricas? O governo não repassou o dinheiro? A banda precisa receber pelo serviço prestado. Isso é fato.


Do Blog. De fato e de direito. O Foca tem razão. É bom, quem de direito, corrigir o defeito. 

Um galho para Ravengar

A maior preocupação administrativa da governadora Rosalba hoje é encaixar o marido Carlos Augusto no Poder. Ungi-lo à chefia de Gabinete seria uma maneira de oficializar a autoridade e governança notória de Carlos Augusto nas coisas do poder do Rio Grande. O assunto é corriqueiro nas cidades e rincões. Agora é achar um pano quente.

A ainda de lambuja, como lembra o jornalista mossoroense Carlos Santos  (www.blogcarlossantos.com.br), a Rosa já deu secretarias para dois cunhados, e agora quer empregar o marido - Les trois enfants de dix-sept -, isso também pega mal. Mas é legal, enfim.